Levantamento forense de artefatos deixados por IA conversacional e navegadores com agentes de IA
Artigo aceito no periódico Forensic Science International: Digital Investigation (v.58, set/2026) faz um levantamento de artefatos forenses gerados por serviços de IA conversacional e por navegadores com agentes de IA embutidos, comparando múltiplas plataformas. O acesso ao texto completo foi bloqueado pelo ScienceDirect, então os artefatos específicos catalogados não puderam ser confirmados aqui.
O item corresponde a um artigo científico publicado na revista Forensic Science International: Digital Investigation, volume 58 (edição de setembro de 2026), assinado por Wonjun Ma, Kyeongwoo Park, Seokhyun Hong e Yeongpil Cho, sob o título 'A forensic artifact survey of conversational AI services and AI agent browsers across multiple platforms'.
Pelo título e pelo veículo de publicação — referência central da área de forense digital —, o trabalho é um levantamento sistemático de artefatos forenses deixados por serviços de IA conversacional (chatbots) e por navegadores que incorporam agentes de IA, com comparação entre múltiplas plataformas, o que sugere abranger diferentes sistemas operacionais, dispositivos e/ou produtos de IA concorrentes.
A tentativa de acessar o texto completo no ScienceDirect retornou bloqueio de acesso (HTTP 403), e a busca por informações complementares não estava disponível nesta análise. Por isso, não é possível detalhar aqui a metodologia exata, quais artefatos específicos foram catalogados (histórico de conversas, caches locais, tokens de sessão, bancos SQLite de extensões, arquivos temporários etc.) ou quais produtos e plataformas concretas foram testados — essa lacuna é registrada explicitamente para não atribuir ao artigo achados que não foram verificados na fonte.
Ainda assim, o tema tem relevância prática crescente para peritos: o uso de assistentes de IA generativa via aplicativo, navegador ou extensão vem aparecendo com mais frequência em dispositivos apreendidos, seja como ferramenta usada por um suspeito, seja como canal de comunicação relevante para uma vítima. Um mapeamento sistemático de onde ficam esses vestígios — cache do navegador, armazenamento local de apps, logs de rede — apoia diretamente exames de aquisição e análise de artefatos em casos que envolvem uso de IA generativa.