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6 publicações marcadas com esta tag.

risco altoAD-2026-146 · 2026-09-01
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Campanha do malware Guildma/Astaroth usa e-mail em português brasileiro e ADS para infectar vítimas no Brasil

O ISC SANS documentou uma infecção real do trojan bancário Guildma (também rastreado como Astaroth) iniciada por e-mail de phishing em português, disfarçado de contrato digital e com geofencing para só entregar a carga a sistemas configurados no Brasil. A cadeia de infecção usa atalho LNK, Alternate Data Streams para ocultar uma DLL e um script AutoIt compilado para persistência, comunicando-se com C2 hospedado em infraestrutura legítima como Azure Web Apps.

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risco médioAD-2026-133 · 2026-08-21
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Netresec decodifica protocolo C2 binário do RAT CNCMachineRMS

A Netresec publicou uma engenharia reversa do protocolo de comando e controle (C2) binário usado pelo RAT CNCMachineRMS, malware entregue como estágio final de cadeias de ataque BabaDeda via ClickFix com CAPTCHAs falsos. A análise, apoiada em capturas de sandbox e no motor de detecção FlowCarp, mapeou múltiplos servidores C2 e dois domínios de registro recente, entregando hashes e IOCs para defensores de rede.

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risco médioAD-2026-025 · 2026-06-25
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VBScripts distribuídos via WhatsApp abusam do RMM chinês Ping32 para entregar o ValleyRAT

A Netresec analisou uma campanha em que VBScripts maliciosos, distribuídos por mensagens diretas do WhatsApp, instalavam a ferramenta legítima de RMM Ping32 (Shandong Anzai) como estágio intermediário para entregar o ValleyRAT. A análise de tráfego de rede identificou o protocolo customizado Gh0stKCP sobre UDP usado pelo C2 do malware.

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panoramaAD-2026-023 · 2026-05-04
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FlowCarp identifica protocolos no tráfego de rede sem depender de portas ou assinaturas

A Netresec lançou o FlowCarp, uma ferramenta de linha de comando que identifica o protocolo de aplicação em capturas de rede a partir de medições estatísticas do fluxo — sem usar número de porta, assinaturas estáticas ou parsers de protocolo. A abordagem reconhece até protocolos proprietários e canais de C2 de malware, como o do Mirai, que costumam escapar de IDS baseados em assinatura. A saída segue o formato Suricata Eve JSON (ou CSV), o que facilita encaixar a ferramenta no fluxo de análise pericial de tráfego.

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