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4 publicações marcadas com esta tag.

risco altoAD-2026-146 · 2026-09-01
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Campanha do malware Guildma/Astaroth usa e-mail em português brasileiro e ADS para infectar vítimas no Brasil

O ISC SANS documentou uma infecção real do trojan bancário Guildma (também rastreado como Astaroth) iniciada por e-mail de phishing em português, disfarçado de contrato digital e com geofencing para só entregar a carga a sistemas configurados no Brasil. A cadeia de infecção usa atalho LNK, Alternate Data Streams para ocultar uma DLL e um script AutoIt compilado para persistência, comunicando-se com C2 hospedado em infraestrutura legítima como Azure Web Apps.

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risco médioAD-2026-086 · 2026-07-28
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Campanha de phishing bancário usa AutoIT para injetar payload via process hollowing

Diário do SANS ISC detalha uma cadeia de infecção que começa com um e-mail falso de banco e um RAR malicioso, passa por scripts VBS/PowerShell ofuscados e termina com um script AutoIT injetando shellcode no processo legítimo charmap.exe para executar o keylogger VIPKeylogger. A análise expõe cada camada de ofuscação e as chamadas de API usadas na injeção.

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risco altoAD-2026-062 · 2025-12-08
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MuddyWater implanta backdoor UDPGangster em campanha contra Turquia, Israel e Azerbaijão

O grupo iraniano MuddyWater foi flagrado usando um backdoor inédito, batizado de UDPGangster, contra alvos na Turquia, Israel e Azerbaijão, com canal de comando e controle operando sobre UDP para escapar de defesas de rede tradicionais. A campanha usa documentos Word com macro maliciosa disfarçados de convite oficial de um ministério e uma imagem-isca em hebraico sobre cortes de telefonia em Israel. O malware ainda faz uma bateria extensa de checagens anti-sandbox e anti-VM antes de se instalar.

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panoramaAD-2026-058 · 2021-11-08
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Estudo do JDFSL analisa ataque real de phishing contra internet banking e mostra que o atacante é rastreável

Publicado no Journal of Digital Forensics, Security and Law, o artigo analisa um ataque de phishing real direcionado a clientes de internet banking, documentando como o site falso foi construído e como as informações do atacante puderam ser rastreadas. O trabalho reforça que, apesar da engenharia social continuar eficaz por explorar urgência e pânico, a infraestrutura por trás de campanhas de phishing deixa rastros investigáveis.

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