A Atola Technology apresentou o Atola Boot Image, um ambiente forense inicializável (bootável) voltado a cenários em que retirar o disco do computador da cena é arriscado, demorado ou fisicamente inviável. A proposta é permitir que o perito colete uma imagem forense do disco interno mantendo-o instalado na própria máquina, reduzindo o risco de dano ao hardware e o tempo de resposta em campo.
Um artigo no arXiv descreve um método em nível de aplicativo, usando o framework Core NFC do iOS, para ler cartões de pagamento contactless dos sistemas nacionais HUMO e UZCARD (Uzbequistão) e PRO100 (Rússia/Cazaquistão), extraindo número da conta primária (PAN) e data de validade sem emular o cartão ou autorizar qualquer transação. Os autores mapeiam os AIDs EMV compatíveis com cada rede e implementam um parser híbrido que prioriza campos BER-TLV padrão, recorrendo a offsets fixos legados apenas quando a resposta do cartão não segue a estrutura esperada. O trabalho nasce de uma lacuna real: esses mercados não têm suporte Apple Pay, então a população segue dependente do cartão físico, que se mostra igualmente exposto.
Pesquisadores propõem um framework de aquisição forense para ferramentas de colaboração em nuvem baseado em chamadas de API, usando o Slack como estudo de caso. O trabalho, publicado na Forensic Science International: Digital Investigation, ataca um problema crescente: como coletar evidências de plataformas SaaS de mensageria corporativa de forma forense quando não há acesso ao servidor nem à infraestrutura subjacente.
Um conteúdo da Forensic Focus mostra como o Atola TaskForce 2 reconstrói automaticamente arranjos RAID do tipo SHR e SHR-2 usados em NAS Synology, permitindo ao perito navegar pela evidência antes de decidir o que imagear. A proposta central é reduzir o volume de aquisição ao permitir extração seletiva de arquivos relevantes em vez de imagear discos inteiros.